Neste mundo de
magia, onde os extremos se encontram e todas as contradições se misturam, a
salvação reside no amor, mas o que a torna difícil é que ninguém pode forçar o
amor, ele só chegará até nós através da compreensão e da virtude.
O homem antigo
entendia o universo assim como nós o vemos nos dias de hoje. Seus conhecimentos
eram visuais e tudo girava em torno da terra, assim, a terra era o centro do
universo.
O esboço de
história que chegou até nós, não vai além de dez mil anos antes de cristo.
Segundo
Heráclito, um filósofo que viveu entre o VII e o VI século dessa mesma era, o
sol nascia novo todas as manhãs (O sol se apagava todas as noites e tornava a
acender de manhã). Uma semente já havia sido semeada.
O que diria
esse sábio com seus conhecimentos nos dias de hoje?...
Dois mil cento
e cinqüenta anos se passaram. A semente germinou, deu a árvore que deu flores e
frutos... Os frutos do conhecimento.
Estamos em
1543 da era cristã. Nikolaj Kopernik (Copérnico) descobre que a terra não é o
centro do universo (esta era a tese defendida pelos donos do mundo, na época, a
igreja) e sim, o sol. Por esta afirmação, visto que nunca quis desmenti-la,
Copérnico foi condenado a morrer queimado numa fogueira. Se bem que agora já
sabemos que o sol não é o centro do universo e sim o centro de seu sistema. O
universo é algo muito mais gigantesco, com trilhões e trilhões de astros,
alguns em si, milhões de vezes maiores que o sol. Estes números poderão ser
contestados, mas será que algum dia serão comprovados?
Discute-se
também, se existe vida em outro planeta.
Com trilhões e
trilhões de sóis iguais ao nosso, eu posso afirmar, sem sombra de dúvida, que a
vida é própria de qualquer sistema, em qualquer corpo sólido onde haja água,
luz e calor. Quanto a forma de vida, isso não se discute.
O que diriam
desta minha afirmação daqui a dois mil e seiscentos anos???...
Moral:
“Querer separar tudo de tudo é acabar com tudo, pois nada vive só”.
“A flor e o fruto são apenas o
começo. A semente é a vida, é o futuro”.
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